Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Albert Watson

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Desenvolvimento Sustentável

Papel Activo de Portugal na Construção Europeia e na Cooperação Internacional

A cooperação para o desenvolvimento constitui um vector essencial da política externa do país, e a afirmação de Portugal como protagonista activo no cenário internacional passará pela capacidade de aprofundar o binómio identidade nacional / pertença internacional, capitalizando as suas mais valias e especificidades, através das seguintes referências enquadradoras:

* Afirmação da língua portuguesa como instrumento aglutinador e gerador de consenso a uma escala global
* Promoção da cultura portuguesa como factor de mais valia nacional
* Reforço das relações privilegiadas com os PALOP e Timor-leste com a finalidade de atribuir uma cooperação para o desenvolvimento contribuindo para a paz e a segurança internacional, prevenção dos conflitos, redução da pobreza e inserção destes países na economia global
* Reforço da posição da CPLP no quadro das organizações regionais e multilaterais, designadamente através de iniciativas em prol da cooperação Norte-Sul e Sul-Sul
* Assegurar maior participação de Portugal no comércio e investimentos globias, nomeadamente através do reforço das relações com as regiões mais dinâmicas e inovadoras da economia mundial, localizadas nos EUA e na Ásia
* Ampliação do papel construtivo das comunidades portuguesas, incluindo domínios da ciência e tecnologia, valorizando a imagem de Portugal e dos respectivos produtos junto dos países de acolhimento
* Apostar no envolvimento da população e das instituições nacionais na construção europeia

Tendo em conta estas orientações consideraram-se como Prioridades e Vectores Estratégicos:
PRIORIDADES ESTRATÉGICAS VECTORES ESTRATÉGICOS
III.6.1. FORTALECIMENTO DA POSIÇÃO DE PORTUGAL NO CONTEXTO DA COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL

1. Participação activa nos centros de decisão da vida e das instituições mundiais
2. Dinamização de redes e pólos de liderança portuguesa em temáticas de relevância internacional como a das migrações ou dos Estados frágeis
3. Disseminação e utilização do acesso a fundos de instituições e organizações financeiras internacionais
4. Implementação de uma abordagem bi-multi da cooperação portuguesa
5. Utilização dos mecanismos previstos no protocolo de Quito para reforçar as relações de cooperação bilateral
6. Dinamização de parcerias nacionais e internacionais, público-privadas e de espaços de diálogo reconhecidos e institucionalizados entre o Estado e a sociedade civil portuguesa.

III.6.2. ESTRUTURAÇÃO DE UMA REDE DE RELAÇÕES PRIVILEGIADAS COM A EUROPA

1. Reforço dos laços com regiões europeias mais prósperas, inovadoras e sustentáveis
2. Desenvolvimento de condições políticas e financeiras adequadas para a modernização e afirmação de Portugal
3. Participação eficaz e consistente na construção da Política Europeia de Segurança e Defesa.

III.6.3. REFORÇO DAS RELAÇÕES COM OUTRAS REGIÕES INOVADORAS E DINÂMICAS DO MUNDO

1. Reforço das relações económicas, científicas, tecnológicas e culturais com as regiões mais dinâmicas e inovadoras da América do Norte e da Ásia
2. Reforço do apoio institucional à internacionalização das empresas portuguesas, consolidando estratégias de diplomacia económica
3. Dinamização de espaços de diálogo político e investimento económico privilegiado com os países e organizações regionais da América Latina
4. Reforço da presença de empresas portuguesas nos países do Norte de África

III.6.4. FORTALECIMENTO DOS LAÇOS ENTRE OS ESTADOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E REFORÇO DA SUA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL

1. Internacionalização da língua portuguesa como língua estrangeira estratégica no contexto da globalização
2. Aprofundamento dos laços culturais, políticos e económicos com os Estados Membros da CPLP e com as organizações regionais em que estes se inserem

III.6.5. VALORIZAÇÃO DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

1. Reforço da interacção de informação sobre oportunidades de negócio, especificidades jurídicas, bases financeiras e programas de incentivos aplicáveis
2. Reforço de parcerias estratégicas com o sistema empresarial português
3. Promoção da língua e da cultura portuguesa



SEXTO OBJECTIVO – METAS


* Atingir, até 2015, o objectivo proposto pela ONU de dedicar 0,7% do PIB em Ajuda Pública ao Desenvolvimento.
* Atingir até 2010, o objectivo proposto en sede da união europeia , o valor de 0,51% do RNB em Ajuda Pública ao Desenvolvimento.
* Operacionalizar até 2009 a resolução do Conselho de Ministros 196 de 22 de Dezembro de 2005, “Uma Visão Estratégica da Cooperação Portuguesa”.
* Contribuir até 2015 para a concretização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
* Criar em 2006, uma Sociedade Financeira para o Desenvolvimento.
* Garantir que 60% da opinião pública portuguesa é conhecedora das temáticas internacionais da cooperação para o desenvolvimento.
* Ingresso de cidadãos portugueses em organismos e instituições internacionais.
* Assegurar que 2500 jovens portugueses têm conhecimentos técnicos da cooperação portuguesa e dos países com os quais cooperamos.
* Criação de um mercado global para os produtos culturais em língua portuguesa.
* Criação de espaços de interacção lusófona.

http://www.desenvolvimentosustentavel.pt/
publicado por Aufgang Luz Nebulosa às 10:52
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Desenvolvimento Sustentável

Papel Activo de Portugal na Construção Europeia e na Cooperação Internacional

A cooperação para o desenvolvimento constitui um vector essencial da política externa do país, e a afirmação de Portugal como protagonista activo no cenário internacional passará pela capacidade de aprofundar o binómio identidade nacional / pertença internacional, capitalizando as suas mais valias e especificidades, através das seguintes referências enquadradoras:

* Afirmação da língua portuguesa como instrumento aglutinador e gerador de consenso a uma escala global
* Promoção da cultura portuguesa como factor de mais valia nacional
* Reforço das relações privilegiadas com os PALOP e Timor-leste com a finalidade de atribuir uma cooperação para o desenvolvimento contribuindo para a paz e a segurança internacional, prevenção dos conflitos, redução da pobreza e inserção destes países na economia global
* Reforço da posição da CPLP no quadro das organizações regionais e multilaterais, designadamente através de iniciativas em prol da cooperação Norte-Sul e Sul-Sul
* Assegurar maior participação de Portugal no comércio e investimentos globias, nomeadamente através do reforço das relações com as regiões mais dinâmicas e inovadoras da economia mundial, localizadas nos EUA e na Ásia
* Ampliação do papel construtivo das comunidades portuguesas, incluindo domínios da ciência e tecnologia, valorizando a imagem de Portugal e dos respectivos produtos junto dos países de acolhimento
* Apostar no envolvimento da população e das instituições nacionais na construção europeia

Tendo em conta estas orientações consideraram-se como Prioridades e Vectores Estratégicos:
PRIORIDADES ESTRATÉGICAS VECTORES ESTRATÉGICOS
III.6.1. FORTALECIMENTO DA POSIÇÃO DE PORTUGAL NO CONTEXTO DA COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL

1. Participação activa nos centros de decisão da vida e das instituições mundiais
2. Dinamização de redes e pólos de liderança portuguesa em temáticas de relevância internacional como a das migrações ou dos Estados frágeis
3. Disseminação e utilização do acesso a fundos de instituições e organizações financeiras internacionais
4. Implementação de uma abordagem bi-multi da cooperação portuguesa
5. Utilização dos mecanismos previstos no protocolo de Quito para reforçar as relações de cooperação bilateral
6. Dinamização de parcerias nacionais e internacionais, público-privadas e de espaços de diálogo reconhecidos e institucionalizados entre o Estado e a sociedade civil portuguesa.

III.6.2. ESTRUTURAÇÃO DE UMA REDE DE RELAÇÕES PRIVILEGIADAS COM A EUROPA

1. Reforço dos laços com regiões europeias mais prósperas, inovadoras e sustentáveis
2. Desenvolvimento de condições políticas e financeiras adequadas para a modernização e afirmação de Portugal
3. Participação eficaz e consistente na construção da Política Europeia de Segurança e Defesa.

III.6.3. REFORÇO DAS RELAÇÕES COM OUTRAS REGIÕES INOVADORAS E DINÂMICAS DO MUNDO

1. Reforço das relações económicas, científicas, tecnológicas e culturais com as regiões mais dinâmicas e inovadoras da América do Norte e da Ásia
2. Reforço do apoio institucional à internacionalização das empresas portuguesas, consolidando estratégias de diplomacia económica
3. Dinamização de espaços de diálogo político e investimento económico privilegiado com os países e organizações regionais da América Latina
4. Reforço da presença de empresas portuguesas nos países do Norte de África

III.6.4. FORTALECIMENTO DOS LAÇOS ENTRE OS ESTADOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E REFORÇO DA SUA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL

1. Internacionalização da língua portuguesa como língua estrangeira estratégica no contexto da globalização
2. Aprofundamento dos laços culturais, políticos e económicos com os Estados Membros da CPLP e com as organizações regionais em que estes se inserem

III.6.5. VALORIZAÇÃO DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

1. Reforço da interacção de informação sobre oportunidades de negócio, especificidades jurídicas, bases financeiras e programas de incentivos aplicáveis
2. Reforço de parcerias estratégicas com o sistema empresarial português
3. Promoção da língua e da cultura portuguesa



SEXTO OBJECTIVO – METAS


* Atingir, até 2015, o objectivo proposto pela ONU de dedicar 0,7% do PIB em Ajuda Pública ao Desenvolvimento.
* Atingir até 2010, o objectivo proposto en sede da união europeia , o valor de 0,51% do RNB em Ajuda Pública ao Desenvolvimento.
* Operacionalizar até 2009 a resolução do Conselho de Ministros 196 de 22 de Dezembro de 2005, “Uma Visão Estratégica da Cooperação Portuguesa”.
* Contribuir até 2015 para a concretização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
* Criar em 2006, uma Sociedade Financeira para o Desenvolvimento.
* Garantir que 60% da opinião pública portuguesa é conhecedora das temáticas internacionais da cooperação para o desenvolvimento.
* Ingresso de cidadãos portugueses em organismos e instituições internacionais.
* Assegurar que 2500 jovens portugueses têm conhecimentos técnicos da cooperação portuguesa e dos países com os quais cooperamos.
* Criação de um mercado global para os produtos culturais em língua portuguesa.
* Criação de espaços de interacção lusófona.

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Papel Activo de Portugal na Construção Europeia e na Cooperação Internacional

A cooperação para o desenvolvimento constitui um vector essencial da política externa do país, e a afirmação de Portugal como protagonista activo no cenário internacional passará pela capacidade de aprofundar o binómio identidade nacional / pertença internacional, capitalizando as suas mais valias e especificidades, através das seguintes referências enquadradoras:

* Afirmação da língua portuguesa como instrumento aglutinador e gerador de consenso a uma escala global
* Promoção da cultura portuguesa como factor de mais valia nacional
* Reforço das relações privilegiadas com os PALOP e Timor-leste com a finalidade de atribuir uma cooperação para o desenvolvimento contribuindo para a paz e a segurança internacional, prevenção dos conflitos, redução da pobreza e inserção destes países na economia global
* Reforço da posição da CPLP no quadro das organizações regionais e multilaterais, designadamente através de iniciativas em prol da cooperação Norte-Sul e Sul-Sul
* Assegurar maior participação de Portugal no comércio e investimentos globias, nomeadamente através do reforço das relações com as regiões mais dinâmicas e inovadoras da economia mundial, localizadas nos EUA e na Ásia
* Ampliação do papel construtivo das comunidades portuguesas, incluindo domínios da ciência e tecnologia, valorizando a imagem de Portugal e dos respectivos produtos junto dos países de acolhimento
* Apostar no envolvimento da população e das instituições nacionais na construção europeia

Tendo em conta estas orientações consideraram-se como Prioridades e Vectores Estratégicos:
PRIORIDADES ESTRATÉGICAS VECTORES ESTRATÉGICOS
III.6.1. FORTALECIMENTO DA POSIÇÃO DE PORTUGAL NO CONTEXTO DA COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL

1. Participação activa nos centros de decisão da vida e das instituições mundiais
2. Dinamização de redes e pólos de liderança portuguesa em temáticas de relevância internacional como a das migrações ou dos Estados frágeis
3. Disseminação e utilização do acesso a fundos de instituições e organizações financeiras internacionais
4. Implementação de uma abordagem bi-multi da cooperação portuguesa
5. Utilização dos mecanismos previstos no protocolo de Quito para reforçar as relações de cooperação bilateral
6. Dinamização de parcerias nacionais e internacionais, público-privadas e de espaços de diálogo reconhecidos e institucionalizados entre o Estado e a sociedade civil portuguesa.

III.6.2. ESTRUTURAÇÃO DE UMA REDE DE RELAÇÕES PRIVILEGIADAS COM A EUROPA

1. Reforço dos laços com regiões europeias mais prósperas, inovadoras e sustentáveis
2. Desenvolvimento de condições políticas e financeiras adequadas para a modernização e afirmação de Portugal
3. Participação eficaz e consistente na construção da Política Europeia de Segurança e Defesa.

III.6.3. REFORÇO DAS RELAÇÕES COM OUTRAS REGIÕES INOVADORAS E DINÂMICAS DO MUNDO

1. Reforço das relações económicas, científicas, tecnológicas e culturais com as regiões mais dinâmicas e inovadoras da América do Norte e da Ásia
2. Reforço do apoio institucional à internacionalização das empresas portuguesas, consolidando estratégias de diplomacia económica
3. Dinamização de espaços de diálogo político e investimento económico privilegiado com os países e organizações regionais da América Latina
4. Reforço da presença de empresas portuguesas nos países do Norte de África

III.6.4. FORTALECIMENTO DOS LAÇOS ENTRE OS ESTADOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E REFORÇO DA SUA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL

1. Internacionalização da língua portuguesa como língua estrangeira estratégica no contexto da globalização
2. Aprofundamento dos laços culturais, políticos e económicos com os Estados Membros da CPLP e com as organizações regionais em que estes se inserem

III.6.5. VALORIZAÇÃO DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

1. Reforço da interacção de informação sobre oportunidades de negócio, especificidades jurídicas, bases financeiras e programas de incentivos aplicáveis
2. Reforço de parcerias estratégicas com o sistema empresarial português
3. Promoção da língua e da cultura portuguesa



SEXTO OBJECTIVO – METAS


* Atingir, até 2015, o objectivo proposto pela ONU de dedicar 0,7% do PIB em Ajuda Pública ao Desenvolvimento.
* Atingir até 2010, o objectivo proposto en sede da união europeia , o valor de 0,51% do RNB em Ajuda Pública ao Desenvolvimento.
* Operacionalizar até 2009 a resolução do Conselho de Ministros 196 de 22 de Dezembro de 2005, “Uma Visão Estratégica da Cooperação Portuguesa”.
* Contribuir até 2015 para a concretização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
* Criar em 2006, uma Sociedade Financeira para o Desenvolvimento.
* Garantir que 60% da opinião pública portuguesa é conhecedora das temáticas internacionais da cooperação para o desenvolvimento.
* Ingresso de cidadãos portugueses em organismos e instituições internacionais.
* Assegurar que 2500 jovens portugueses têm conhecimentos técnicos da cooperação portuguesa e dos países com os quais cooperamos.
* Criação de um mercado global para os produtos culturais em língua portuguesa.
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Programa Cultura

A Direcção Geral de Educação e Cultura da Comissão Europeia tem abertas inscrições para o Programa Cultura para os anos 2007-2013, nomeadamente na vertente que diz respeito às autoridades públicas, regionais ou locais e departamentos culturais das universidades.

Esta vertente do programa pretende financiar a formação de redes de grupos de vários tipos de entidades públicas ou privadas (como departamentos culturais de autoridades nacionais, regionais ou locais, observatórios culturais ou fundações, universidades vocacionadas para as questões culturais) que tenham experiência directa e prática na análise, avaliação ou avaliação de impacto de políticas culturais.

A Comissão Europeia já publicou o guia para o Programa Cultura (2007-2013), com a explicação dos objectivos, vertentes e os tipos de actividades que podem (ou não) ser objecto de apoio. O documento inclui também todas as condições essenciais de candidaturas para financiamentos, dando aos operadores culturais uma perspectiva do conjunto de oportunidades de financiamento ao abrigo deste programa até 2013

O prazo para a apresentação de candidaturas no âmbito desta vertente é 1 de Novembro. Mais informações na Internet em:
http://ec.europa.eu/culture/news/news1647_en.htm
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Benoit Piret

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Benoit Piret

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Tierry Tillier

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