Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Seminário de Questões Estratégicas

Estratégia de Segurança e Defesa, reflexo da Ordem Internacional
Lisa M. C. Henriques


O tempora! O mores!

Introdução

A Arquitectura de Segurança e Defesa Europeia enquanto caso de estudo, por excelência, das contradições nas considerações estratégicas em Defesa Nacional aplicadas ao quadro comunitário, ou seja, quando confrontadas com as suas congéneres na elaboração de um plano convergente, revela que a Sociedade Internacional não corresponde ao conceito de sociedade integrada.
De facto, trata-se de uma sistema politicamente organizado em Estados, em que a autoridade suprema recolhe a lealdade dos indivíduos, sem ter em vista o bem comum da humanidade que os transcende – em que as funções sociais estão definidas e interligadas, desenvolvendo-se para salvaguardar a funcionalidade do seu bem-estar privado.
A questão estratégica da definição da função da violência armada, na construção da Ordem internacional, encontra os seus fundamentos na teoria estratégica, compreendendo-se a necessidade de redimensionar os conceitos, nomeadamente na «filosofia política e filosofia da história» . Assim, confrontando o pensamento estratégico com a Arquitectura de Segurança e Defesa Europeia a abordagem intra-disciplinar do presente estudo converge no sentido de captar motivações que propiciam as divergências no Ocidente.
«Mesmo para os menos interessados em filosofia especulativa será fácil observar que a questão se relaciona com o argumento delicado e perpétuo da ‘relação do homem com o tempo’ sobre ‘a presença da história no homem’ e com uma série completa de análises relativas à natureza do ‘progresso’ e ‘valor’.»
Não se tratam de fenómenos novos, mas sim da incapacidade para reconhecer os sinais de um processo que se desenhara ao longo da história. Ameaças sem rosto, põem em causa as instituições, reacendem nacionalismos. Trata-se de uma resposta, um instinto de conservação do que o indivíduo identifica como seu. Contrariar a tendência para a dispersão, implica reconhecer a importância da concertação, do compromisso, no sentido da identificação do indivíduo com o sistema internacional integrado.
publicado por Lynx Studio às 15:18
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

.Novembro 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Luna's Overblog

. Poema

. notas praticamente disper...

. Brand New Heartattack

. looks looks looks

. Rosa

. 3D antecipation

. 2007

. Some portraits

. Let's Dance

.arquivos

. Novembro 2015

. Julho 2014

. Julho 2012

. Junho 2012

. Fevereiro 2012

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Setembro 2010

. Junho 2010

. Abril 2010

. Maio 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2004

. Fevereiro 2004

. Janeiro 2004

. Dezembro 2003

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds